Segunda-feira, 16 de Junho de 2008

As vantagens e desvantagens da imigração

Quais as vantagens e inconvenientes da imigração?

publicado por CP às 20:38
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22 comentários:
De Mariana a 16 de Junho de 2008 às 21:00
Vantagens e desvantagens da imigração:

Vantagens e desvantagens da imigração.
"A imigração beneficia os países, os de origem e os de destino, diz o Estudo Económico e Social Mundial da Organização das Nações Unidas (ONU) deste ano. Contudo, apesar dos aspectos positivos, como o desenvolvimento económico, o fluxo de pessoas para outros Estados - em 2000, cerca de 175 milhões de pessoas viviam fora do país onde nasceram - levanta também algumas dificuldades, como a "fuga de cérebros". Por exemplo, o emigrante médio que sai da América Latina ou da Ásia tem mais do dobro da escolaridade do que os que ficam. Os medos de que os que chegam ao novo país roubem postos de trabalho ou façam baixar os salários não passam disso mesmo, de receios. O relatório - que foi elaborado pelo departamento dos Assuntos Económicos e Sociais da ONU -, afirma que não existe uma baixa significativa dos ordenados, nem das taxas de emprego entre a população do país de acolhimento.
Além disso, os imigrantes fazem subir a procura de bens e serviços, contribuem para o aumento do produto interno bruto e para os cofres do Estado, mais do que aquilo que recebem de retorno, acrescenta o relatório. Isto não acontece apenas no Estado que os recebe, mas também naquele de onde saíram. Os países de origem podem, se adoptarem políticas correctas, ressalva o relatório, maximizar os benefícios das remessas enviadas pelos emigrantes. Actualmente, essas remessas rondam os 60 mil milhões de euros. Os emigrantes residentes no estrangeiro são ainda "grandes investidores" nos seus países. Mas há perdas associadas à emigração, como a "fuga de cérebros", salienta o estudo. A escolaridade dos emigrantes africanos é três vezes superior à daqueles que ficam, o que se traduz numa pesada factura para o país de onde saem. É que esses Estados, em vias de desenvolvimento, perdem em termos de criatividade e inovação e ainda economicamente, já que aqueles que saem não pagam impostos.

http://carvalhadas-on-line.blogspot.com/2004/12/vantagens-e-desvantagens-da-imigrao.html


De Sérgio a 26 de Maio de 2010 às 16:23
obrigadu mariana, fizes-tes o meu trabalho de ingales, tou bastantemente agradecidu, resomido tanks veri mache


De Tone de Abintes a 17 de Novembro de 2010 às 19:05
Bé-la se comessas a sescreber como um ome, isso de escrebere dessa maneiras , não teim jeiuto. bejus e abrassos .|.


De Sérgio a 26 de Maio de 2010 às 16:28
oube, agora cue li istu bem, nao precebes nada da imigrazao, tou fudidu contigu, agora comu é cue eu fazo o meu trabalho de ingales?


De PedroTeixeira a 16 de Junho de 2008 às 21:55
Na sétima e última sessão do CIE realizou nas instalações do CEFOSAP (Centro de Formação Sindical e Aperfeiçoamento Profissional) em Lisboa, Centro Protocolar constituído entre a UGT (União Geral de Trabalhadores) e o IEFP (Instituto do Emprego e Formação Profissional). Um debate sobre o Tema das Vantagens e das Desvantagens dos movimentos migratorios.

Em Portugal, os imigrantes tem a possibilidade de procurar de uma vida melhor, com condicionalismos mais favoráveis, conhecimento de novas realidades e enriquecimento de mentalidade. As desvantagens são o abandono da terra natal, com possíveis consequências psicológicas e emocionais com encontro de um desconhecido pouco aprazível.
Já para as empresas as vantagens são: a requalificação de mão-de-obra, maior competitividade no tocante à própria reestruturação da mão-de-obra e o descongestionamento da relação procura/oferta. As desvantagens são a perda mão-de-obra qualificada, produtividade mais reduzida, ainda que com qualidade.
Por último, a sociedade regista um maior índice de emprego, mais facilidades por via da diminuição populacional trabalhadora e injecção de capitais externos. As desvantagens são a diminuição populacional com o seu consequente envelhecimento, desertificação de determinadas zonas populacionais e a fuga de capitais.

http://www.ugt.pt/fiaet/por7.htm



De Dália a 16 de Junho de 2008 às 22:04
Quais as vantagens e desvantagens da Imigraçao?

Principais consequências das migraçoes internacionais
Nas áreas de partida:
• Diminuição da população;
• Envelhecimento da população;
• Redução da taxa de natalidade;
• Aumento da taxa de mortalidade;
• Decréscimo da taxa de crescimento natural;
• Diminuição da população activa;
Nas áreas de chegada:
• Rejuvenescimento da população;
• Acréscimo da taxa de natalidade ;
• Aumento da taxa de crescimento natural;
• Acréscimo da população activa;
Vantagens:
Economia de tempo – Pessoas muito ocupadas com suas atividades diárias que não tem tempo para ler as leis e requisitos, optam por pagar os custos e deixar que o agente determine a documentação e os procedimentos necessories ao invés de pesquisar por si só.
Conhecimento da Legislação – Obviamente por lidar todos os dias com os processos de vários clientes, estes profissionais acumulam um vasto conhecimento das regras e leis necessárias para cumprir com sucesso um processo de imigração. Além disso, eles estão sempre atualizando-se uma vez que a legislação está constantemente mudando.
Contato com os órgaos e associações responsáveis em inglês – Algumas pessoas não se sentem confortáveis com a barreira da língua, então optam pelos agentes para intermediar a comunicação e acompanhar todo o processo e os contactos.
Desvantagens:
Custo - Tudo bem que geralmente eles cobram por seus serviços já constando o valor da taxa de aplicação do visto. Mas as informações para o processo constam completamente nos booklets, logo, o aplicante não precisa utilizar-se de agentes para encaminhar o processo e obter o visto. Essa é com certeza a maior desvantagem.
Comunicação – Toda a comunicação com o departamento é feita entre este e o agente de imigração. No caso de solicitação de documentação extra, o agente precisa encaminhar a mensagem para o aplicante e este precisa retornar os documentos ao agente, criando assim um pouco de atraso no processo todo. Nesse interim perde-se tempo, e também existe o risco de extravio ou perda de documentação.
Possibilidade de Falha – Por lidarem com muitos processos, algumas informações podem ser enviadas trocadas, documentos confundidos e enviados erroneamente – ocasionando maiores atrasos e riscos. No fim das contas, esta é uma decisão pessoal e cabe a cada um decidir se se vale a pena investir nestes serviços. Mas como regra geral, se o processo não tem complicadores não há muito que o agente possa fazer para ajudar, pois a maior parte de um processo de imigração consiste em juntar documentações e providenciar traduções e formulários. Ou seja, são coisas que não podem ser delegadas ao agente.
Complicadores podem ser: problemas com comprovação de experiência profissional, problemas anteriores com imigração ou problemas de saúde. Nestes casos, o agente pode ajudar a evitar uma aplicação rejeitada.
É bom ter em mente que é conveniente para os agentes pintar todo o processo como um bicho de sete cabeças e porisso é aconselhável procurar também opiniões imparciais de pessoas que passaram pela mesma situações em fórums sobre o assunto.

João Antunes,Geografia 7, Platano,S.A, 1898


De Sérgio a 26 de Maio de 2010 às 16:30
obrigadu dalila, fizes-tes o meu trabalho de ingales, tou bastantemente agradecidu, resomido tanks veri mache


De Hugo Fonseca a 16 de Junho de 2008 às 22:09
A imigração beneficia os países, os de origem e os de destino, diz o Estudo Económico e Social Mundial da Organização das Nações Unidas (ONU) deste ano. Contudo, apesar dos aspectos positivos, como o desenvolvimento económico, o fluxo de pessoas para outros Estados em 2000, cerca de 175 milhões de pessoas viviam fora do país onde nasceram levanta também algumas dificuldades, como a "fuga de cérebros". Por exemplo, o emigrante médio que sai da América Latina ou da Ásia tem mais do dobro da escolaridade do que os que ficam. Os medos de que os que chegam ao novo país roubem postos de trabalho ou façam baixar os salários não passam disso mesmo, de receios. O relatório que foi elaborado pelo departamento dos Assuntos Económicos e Sociais da ONU, afirma que não existe uma baixa significativa dos ordenados, nem das taxas de emprego entre a população do país de acolhimento.
Além disso, os imigrantes fazem subir a procura de bens e serviços, contribuem para o aumento do produto interno bruto e para os cofres do Estado, mais do que aquilo que recebem de retorno, acrescenta o relatório. Isto não acontece apenas no Estado que os recebe, mas também naquele de onde saíram. Os países de origem podem, se adoptarem políticas correctas, ressalva o relatório, maximizar os benefícios das remessas enviadas pelos emigrantes. Actualmente, essas remessas rondam os 60 mil milhões de euros. Os migrantes residentes no estrangeiro são ainda "grandes investidores" nos seus países. Mas há perdas associadas à emigração, como a "fuga de cérebros", salienta o estudo. A escolaridade dos emigrantes africanos é três vezes superior à daqueles que ficam, o que se traduz numa pesada factura para o país de onde saem. É que esses Estados, em vias de desenvolvimento, perdem em termos de criatividade e inovação e ainda economicamente, já que aqueles que saem não pagam impostos.
Quanto aos Estados que recebem estes migrantes, os mais desenvolvidos, e que sofrem com o processo de envelhecimento da população, vêem com bons olhos o fluxo de imigrantes, para a manutenção das pensões e outras regalias dos reformados. Mas, alerta a ONU, estes países devem adoptar políticas "bem concebidas" para conseguir sustentar os sistemas de reforma. Os peritos avisam que, embora estes imigrantes sejam "parte da solução", não eliminam os efeitos do envelhecimento, porque são temporários. No caso da Europa, a população teria sofrido uma redução de 4,4 milhões em cinco anos (entre 1995 e 2000) se não fosse a chegada de cinco milhões de migrantes ao continente. A imigração contribuiu para pelo menos três quartos do crescimento demográfico na Áustria, Dinamarca, Grécia, Itália, Luxemburgo, Espanha e Suíça. O número de estrangeiros residentes na Finlândia, Irlanda, Itália, Portugal e Espanha duplicou nos anos 90.

carvalhadas-on-line.blogspot.com/2004/12/vantagens-e-desvantagens-da-imigrao.html


De filipesoares a 30 de Junho de 2008 às 21:38
Quais as vantagens e inconvenientes da imigração?
A imigração beneficia os países, os de origem e os de destino, diz o Estudo Económico e Social Mundial da Organização das Nações Unidas (ONU) deste ano. Contudo, apesar dos aspectos positivos, como o desenvolvimento económico, o fluxo de pessoas para outros Estados - em 2000, cerca de 175 milhões de pessoas viviam fora do país onde nasceram - levanta também algumas dificuldades, como a "fuga de cérebros". Por exemplo, o emigrante médio que sai da América Latina ou da Ásia tem mais do dobro da escolaridade do que os que ficam. Os medos de que os que chegam ao novo país roubem postos de trabalho ou façam baixar os salários não passam disso mesmo, de receios. O relatório - que foi elaborado pelo departamento dos Assuntos Económicos e Sociais da ONU -, afirma que não existe uma baixa significativa dos ordenados, nem das taxas de emprego entre a população do país de acolhimento.
Além disso, os imigrantes fazem subir a procura de bens e serviços, contribuem para o aumento do produto interno bruto e para os cofres do Estado, mais do que aquilo que recebem de retorno, acrescenta o relatório. Isto não acontece apenas no Estado que os recebe, mas também naquele de onde saíram. Os países de origem podem, se adoptarem políticas correctas, ressalva o relatório, maximizar os benefícios das remessas enviadas pelos emigrantes. Actualmente, essas remessas rondam os 60 mil milhões de euros. Os migrantes residentes no estrangeiro são ainda "grandes investidores" nos seus países. Mas há perdas associadas à emigração, como a "fuga de cérebros", salienta o estudo. A escolaridade dos emigrantes africanos é três vezes superior à daqueles que ficam, o que se traduz numa pesada factura para o país de onde saem. É que esses Estados, em vias de desenvolvimento, perdem em termos de criatividade e inovação e ainda economicamente, já que aqueles que saem não pagam impostos.
Em Portugal, os imigrantes tem a possibilidade de procurar de uma vida melhor, com condicionalismos mais favoráveis, conhecimento de novas realidades e enriquecimento de mentalidade. As desvantagens são o abandono da terra natal, com possíveis consequências psicológicas e emocionais com encontro de um desconhecido pouco aprazível.
Já para as empresas as vantagens são: a requalificação de mão-de-obra, maior competitividade no tocante à própria reestruturação da mão-de-obra e o descongestionamento da relação procura/oferta. As desvantagens são a perda mão-de-obra qualificada, produtividade mais reduzida, ainda que com qualidade.
Por último, a sociedade regista um maior índice de emprego, mais facilidades por via da diminuição populacional trabalhadora e injecção de capitais externos. As desvantagens são a diminuição populacional com o seu consequente envelhecimento, desertificação de determinadas zonas populacionais e a fuga de capitais.

http://carvalhadas-on-line.blogspot.com/2004/12/vantagens-e-desvantagens-da-imigrao.html
http://www.ugt.pt/fiaet/por7.htm


De Anónimo a 30 de Junho de 2008 às 22:23
Vantagens e desvantagens que os imigrantes trazem para o País
A imigração legal na Europa como forma de combater os crescentes fluxos migratórios ilegais, desenvolver a economia do Continente e contrariar o envelhecimento demográfico. "Há necessidade de mão-de-obra em determinados sectores da economia da UE que não pode ser compensada pelo mercado de trabalho interno” este fenómeno verifica-se em várias ocupações, desde os trabalhadores ditos indiferenciados até aos quadros altamente qualificados"; "pode contribuir para compensar as consequências desta evolução demográfica, revelar-se crucial para a satisfação das necessidades do mercado laboral, e assegurar o crescimento económico".
Impacte dos Imigrantes nas contas públicas.
"O saldo entre as contribuições fiscais e de segurança social dos imigrantes e as despesas que o Estado tem com os estrangeiros ultrapassou, em 2001, os 311 milhões de euros
No ano de 2001, cada estrangeiro a trabalhar em Portugal (legalizado ou em vias de o ser) terá sido um contribuinte líquido do Estado em cerca de 1390 euros, montante que baixa para 995 euros se forem considerados também os imigrantes não empregados.
De acordo com as estimativas usadas no estudo, os estrangeiros legalizados em Portugal foram, em 2001, contribuintes líquidos para o Estado, totalizando um saldo de 311.038.470 euros, resultante da diferença entre as receitas proporcionadas por esses trabalhadores (cerca de 1041 milhões de euros) e as despesas que originaram (cerca de 729 milhões de euros). Entre as receitas estimadas para 2001, sobressaem as contribuições patronais (cerca de 503 milhões de euros), a contribuição do trabalhador para a segurança social (cerca de 234 milhões de euros), o IVA-consumo (cerca de 93 milhões de euros) e o IRS (cerca de 81 milhões de euros.


Menos trabalho para as pessoas de nacionalidade portuguesa.
Aumento da população.
Aumento da criminalidade.


De helder ribeiro e helder monteiro a 30 de Junho de 2008 às 22:29
Algumas desvantagens são porque muita gente que vem para cá, não vem trabalhar mas sim para pedir o que é problemático e aumenta a criminalidade, outra desvantagem é se os imigrantes tiverem muitas qualificações porque as pessoas do próprio país por vezes não arranjam emprego porque há melhores candidatos estrangeiros, A Língua por vezes é um dos maiores problemas porque tornasse dificil a comunicação entre as pessoas. Mas, a maioria das vezes são pessoas que vêm para trabalhar e nesse caso traz vantagens para a economia, traz mais mão de obra e traz outra realidade, Outra vantagem é a partilha de cultura e língua. Principais consequências das imigrações internacionais
Nas áreas de partida:
• Diminuição da população;
• Envelhecimento da população
Nas áreas de chegada:
• Rejuvenescimento da população;
• Acréscimo da taxa de natalidade;
• Aumento da taxa de crescimento
De acordo com o levantamento, "a imigração traz de uma forma geral benefício para todos. O país receptor ganha ao reduzir escassez de mão-de-obra (caso ele sofra desse problema), acelerando o crescimento económico (...), ao mesmo tempo que o país que envia a mão-de-obra pode usar a saída de pessoal para aumentar os salários de quem fica",
A imigração em geral ocorre por iniciativa pessoal, pela busca de melhores condições de vida e de trabalho por parte dos que imigram, ou ainda para fugir de perseguições ou discriminações por motivos religiosos ou políticos

www.goolgle.pt


De Fernanda e Sandra a 30 de Junho de 2008 às 22:34
A imigração beneficia os países, os de origem e os de destino, diz o Estudo Económico e Social Mundial da Organização das Nações Unidas (ONU) deste ano. Contudo, apesar dos aspectos positivos, como o desenvolvimento económico, o fluxo de pessoas para outros Estados - em 2000, cerca de 175 milhões de pessoas viviam fora do país onde nasceram - levanta também algumas dificuldades, como a "fuga de cérebros". Por exemplo, o emigrante médio que sai da América Latina ou da Ásia tem mais do dobro da escolaridade do que os que ficam. Os medos de que os que chegam ao novo país roubem postos de trabalho ou façam baixar os salários não passam disso mesmo, de receios. O relatório - que foi elaborado pelo departamento dos Assuntos Económicos e Sociais da ONU -, afirma que não existe uma baixa significativa dos ordenados, nem das taxas de emprego entre a população do país de acolhimento.
Além disso, os imigrantes fazem subir a procura de bens e serviços, contribuem para o aumento do produto interno bruto e para os cofres do Estado, mais do que aquilo que recebem de retorno, acrescenta o relatório. Isto não acontece apenas no Estado que os recebe, mas também naquele de onde saíram. Os países de origem podem, se adoptarem políticas correctas, ressalva o relatório, maximizar os benefícios das remessas enviadas pelos emigrantes. Actualmente, essas remessas rondam os 60 mil milhões de euros. Os migrantes residentes no estrangeiro são ainda "grandes investidores" nos seus países. Mas há perdas associadas à emigração, como a "fuga de cérebros", salienta o estudo. A escolaridade dos emigrantes africanos é três vezes superior à daqueles que ficam, o que se traduz numa pesada factura para o país de onde saem. É que esses Estados, em vias de desenvolvimento, perdem em termos de criatividade e inovação e ainda economicamente, já que aqueles que saem não pagam impostos.
É maior o impacto positivo do que negativo. A população migrante é jovem, na generalidade, vem para trabalhar e, quando se legaliza, tende a estar activa durante a maior parte do tempo. Os imigrantes não se acomodam aos subsídios, o que querem é trabalhar e 24 horas por dia, se possível. A perspectiva não é a de se fixarem, mesmo entre os brasileiros. A perspectiva é imigrar, ganhar dinheiro e regressar ao país, embora possam ir ficando.



De paula e liliana a 30 de Junho de 2008 às 22:49
"A imigração beneficia os países, os de origem e os de destino, diz o 175 milhões de pessoas viviam fora do país onde nasceram - levanta também algumas dificuldades, como a "fuga de cérebros". Por exemplo, o emigrante médio que sai da América Latina ou da Ásia tem mais do dobro da escolaridade do que os que ficam. Os medos de que os que chegam ao novo país roubem postos de trabalho ou façam baixar os salários não passam disso mesmo, de receios. O relatório - que foi elaborado pelo departamento dos Assuntos Económicos e Sociais da ONU -, afirma que não existe uma baixa significativa dos ordenados, nem das taxas de emprego entre a população do país de acolhimento.
Além disso, os imigrantes fazem subir a procura de bens e serviços, contribuem para o aumento do produto interno bruto e para os cofres do Estado, mais do que aquilo que recebem de retorno, acrescenta o relatório. Isto não acontece apenas no Estado que os recebe, mas também naquele de onde saíram. Os países de origem podem, se adoptarem políticas correctas, ressalva o relatório, maximizar os benefícios das remessas enviadas pelos emigrantes. Actualmente, essas remessas rondam os 60 mil milhões de euros. Os migrantes residentes no estrangeiro são ainda "grandes investidores" nos seus países. Mas há perdas associadas à emigração, como a "fuga de cérebros", salienta o estudo. A escolaridade dos emigrantes africanos é três vezes superior à daqueles que ficam, o que se traduz numa pesada factura para o país de onde saem. É que esses Estados, em vias de desenvolvimento, perdem em termos de criatividade e inovação e ainda economicamente, já que aqueles que saem não pagam impostos.
Imigração e reformas
Quanto aos Estados que recebem estes migrantes, os mais desenvolvidos, e que sofrem com o processo de envelhecimento da população, vêem com bons olhos o fluxo de imigrantes, para a manutenção das pensões e outras regalias dos reformados. Mas, alerta a ONU, estes países devem adoptar políticas "bem concebidas" para conseguir sustentar os sistemas de reforma. Os peritos avisam que, embora estes imigrantes sejam "parte da solução", não eliminam os efeitos do envelhecimento, porque são temporários. No caso da Europa, a população teria sofrido uma redução de 4,4 milhões em cinco anos (entre 1995 e 2000) se não fosse a chegada de cinco milhões de migrantes ao continente. A imigração contribuiu para pelo menos três quartos do crescimento demográfico na Áustria, Dinamarca, Grécia, Itália, Luxemburgo, Espanha e Suíça. O número de estrangeiros residentes na Finlândia, Irlanda, Itália, Portugal e Espanha duplicou nos anos 90.
Apesar do número de pessoas que entra na Europa, a prospectiva para 2050 é que a população europeia sofra uma redução de 96 milhões. Se se quiser combater esta diminuição através da imigração, esta teria de aumentar a uma taxa "praticamente impossível", diz o relatório, de maneira a que compensasse a taxa de inactivos/activos."



De Stephanie Judite a 30 de Junho de 2008 às 22:54
Em Portugal, os imigrantes tem a possibilidade de procurar de uma vida melhor, com condicionalismos mais favoráveis, conhecimento de novas realidades e enriquecimento de mentalidade. As desvantagens são o abandono da terra natal, com possíveis consequências psicológicas e emocionais com encontro de um desconhecido pouco aprazível.
Já para as empresas as vantagens são: a requalificação de mão-de-obra, maior competitividade no tocante à própria reestruturação da mão-de-obra e o descongestionamento da relação procura/oferta. As desvantagens são a perda mão-de-obra qualificada, produtividade mais reduzida, ainda que com qualidade.
Por último, a sociedade regista um maior índice de emprego, mais facilidades por via da diminuição populacional trabalhadora e injecção de capitais externos. As desvantagens são a diminuição populacional com o seu consequente envelhecimento, desertificação de determinadas zonas populacionais e a fuga de capitais.
A imigração beneficia os países, os de origem e os de destino, diz o Estudo Económico e Social Mundial da Organização das Nações Unidas (ONU) deste ano. Contudo, apesar dos aspectos positivos, como o desenvolvimento económico, o fluxo de pessoas para outros Estados - em 2000, cerca de 175 milhões de pessoas viviam fora do país onde nasceram - levanta também algumas dificuldades, como a "fuga de cérebros". Por exemplo, o emigrante médio que sai da América Latina ou da Ásia tem mais do dobro da escolaridade do que os que ficam. Os medos de que os que chegam ao novo país roubem postos de trabalho ou façam baixar os salários não passam disso mesmo, de receios. O relatório - que foi elaborado pelo departamento dos Assuntos Económicos e Sociais da ONU -, afirma que não existe uma baixa significativa dos ordenados, nem das taxas de emprego entre a população do país de acolhimento.
Além disso, os imigrantes fazem subir a procura de bens e serviços, contribuem para o aumento do produto interno bruto e para os cofres do Estado, mais do que aquilo que recebem de retorno, acrescenta o relatório. Isto não acontece apenas no Estado que os recebe, mas também naquele de onde saíram. Os países de origem podem, se adoptarem políticas correctas, ressalva o relatório, maximizar os benefícios das remessas enviadas pelos emigrantes. Actualmente, essas remessas rondam os 60 mil milhões de euros. Os migrantes residentes no estrangeiro são ainda "grandes investidores" nos seus países. Mas há perdas associadas à emigração, como a "fuga de cérebros", salienta o estudo. A escolaridade dos emigrantes africanos é três vezes superior à daqueles que ficam, o que se traduz numa pesada factura para o país de onde saem. É que esses Estados, em vias de desenvolvimento, perdem em termos de criatividade e inovação e ainda economicamente, já que aqueles que saem não pagam impostos.

Na sétima e última sessão do CIE realizou nas instalações do CEFOSAP (Centro de Formação Sindical e Aperfeiçoamento Profissional) em Lisboa, Centro Protocolar constituído entre a UGT (União Geral de Trabalhadores) e o IEFP (Instituto do Emprego e Formação Profissional). Um debate sobre o Tema das Vantagens e das Desvantagens dos movimentos migratorios.

Em Portugal, os imigrantes tem a possibilidade de procurar de uma vida melhor, com condicionalismos mais favoráveis, conhecimento de novas realidades e enriquecimento de mentalidade. As desvantagens são o abandono da terra natal, com possíveis consequências psicológicas e emocionais com encontro de um desconhecido pouco aprazível.
Já para as empresas as vantagens são: a requalificação de mão-de-obra, maior competitividade no tocante à própria reestruturação da mão-de-obra e o descongestionamento da relação procura/oferta. As desvantagens são a perda mão-de-obra qualificada, produtividade mais reduzida, ainda que com qualidade.
Por último, a sociedade regista um maior índice de emprego, mais facilidades por via da diminuição populacional trabalhadora e injecção de capitais externos. As desvantagens são a diminuição populacional com o seu consequente envelhecimento, desertificação de determinadas zonas populacionais e a fuga de capitais.

http://www.ugt.pt/fiaet/por7.htm
http://carvalhadas-on-line.blogspot.com/2004/12/vantagens-e-desvantagens-da-imigrao.html
http://www.ugt.pt/fiaet/por7.


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